101 coisas em 1001 dias- Doação de sangue

Oi meninas, tudo bem?

Desde que eu fiz a minha listinha de metas para os 1001 dias, estou correndo atrás para fazer e cumprir o máximo de itens possíveis. Fiquei feliz porque esses dias, dando uma olhada, percebi que ainda estamos em Fevereiro e eu já cumpri bastante coisa, com algumas em andamento é claro.

Mas hoje eu vim falar sobre um dos itens que eu considero de maior importância nesse lista: doação de sangue.

Imagem

 

Escuto esse assunto desde muito pequena aqui em casa porque a minha mãe já doadora há muito tempo. Quando você é criança, não tem muita noção da importância desse ato, e claro, tem medo de agulha. Com o passar do tempo, de tanto ver notícias de pessoas conhecidas ou não precisando de sangue ou medula óssea, até mesmo para sobreviver, passei a ter consciência da importância da doação.

Ok, confesso, continuo morrendo de medo de agulha e de sangue principalmente, mas me senti tão bem fazendo isso que o medo até passou por alguns instantes. É importante que vocês saibam que eles aceitam QUALQUER tipo de sangue, sendo doador universal ou não. Eu, por exemplo, tenho sangue do tipo B, que pode não ser tão importante quanto o universal, e mesmo assim fui doar porque sei que alguém vai precisar.

Existem alguns pré requisitos para quem também se interessou e também quer ajudar. Ter condição de saúde boa é o fator principal, mas você também precisa ser maior de idade (com 16 e 17 anos são necessários alguns documentos de autorização), pesar no mínimo 50 kg, e aquelas coisas básicas: ter dormido e se alimentado bem.

Tudo isso você descobre através de exames feitos no próprio laboratório e só assim eles te permitem doar sangue ou não. Existem outros fatores como fazer uso de drogas, bebida alcoólica em excesso, ter relações sexuais sem o uso de preservativo… que podem comprometer na doação. Caso alguma doença que comprometa a saúde de quem vai receber o sangue seja detectada através do seu sangue ele NÃO é utilizado.

Para quem for de Curitiba, fui fazer a doação no Hospital de Clínicas da UFPR e demorei pouco mais de uma hora para fazer tudo, incluindo um tempo de repouso necessário por ser a minha primeira vez doando. Não digo que a picada da agulha não doeu porque estaria mentindo, mas é algo super aturável e rápido. Depois você fica por cerca de 15 min com a agulha na veia para o sangue ser retirado e em seguida elas pedem para que você fique um tempo de repouso para evitar pressão baixa e desmaios.

Achei o processo super tranquilo e com certeza daqui quatro meses (tempo necessário para a próxima doação) vou doar novamente. Além disso, quero também entrar para o banco mundial de medula óssea, assim estarei ajudando de mais alguma forma. Que fique bem claro: NÃO estou tentando influenciar ninguém a doar sangue. Só estou deixando a minha experiência registrada para que mais pessoas tenham informações e avaliem por sim mesmas se querem ou não fazer esse tipo de doação. 

 Até a próxima!

Você já fez o download do aplicativo do blog? Saiba como em http://comonumcontodefadas.com/2013/11/07/o-aplicativo-do-blog/

Me siga nas redes sociais ♥
FANPAGE– FACEBOOK– YOUTUBE INSTAGRAM– TWITTER

<agradecimento

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s